sexta-feira, 30 de novembro de 2007

FJA promove seminário com parceria do A Tarde






Na última quarta-feira, 21 de novembro, das 19h ás 22h, as Faculdades Jorge Amado em parceria com o jornal A Tarde promoveram um seminário sobre O consumo da informação e as novas tecnologias, com o objetivo de discutir as perspectivas do consumo da informação na atualidade. O evento aconteceu no Auditório Zélia Gattai, na própria faculdade, e contou com a participação de Alex Primo, Antonio Cabral, Marcos Palácios, professores da instituição, representantes do A Tarde e José Eugênio Barreto, presidente da ASBEC, mantenedora da FJA, e de alunos.
Mediador do seminário, Messias Bandeira, doutor em comunicação e culturas contemporâneas, fez uma breve apresentação do seminário e deu a palavra ao presidente do Jornal A Tarde, Sylvio Simões que informou que “a idéia de criar o Centro de Excelência da Informação (CEI) foi Messias”. De acordo com Simões, foram três anos de pesquisas e trabalho para dar a largada do CEI.
De acordo com Bandeira o seminário foi apresentado por “pesquisadores de ponta, nomes de relevância em nível nacional e internacional”. Ainda segundo Messias Bandeira, esses especialistas são “pessoas que vivem na realidade daquilo que pesquisam”, disse.
O seminário começou com a apresentação de Alex Primo, doutor em informática na educação da Universidade do Rio Grande do Sul, que falou sobre a interação mediada por computador, citando os blogs como referência de interação por computador.
Primo fez uma série de questionamentos acerca da utilização dos blogs e citou a ‘discussão’ entre o Estadão e os blogueiros este ano. Segundo Alex Primo, ainda há pessoas que definem que blogs nada mais são do que diários no qual as pessoas escrevem banalidades, mas de acordo com Primo, “as pessoas não sabem a importância que o banal tem no cotidiano”, disse.
Primo defendeu que “o blog é voltado para o outro e que diário é algo escondido que normalmente é guardado debaixo da cama”.
Segundo Primo blogs não são espaços apenas de publicação e que não precisam ter uma relevância específica.
O segundo palestrante a se apresentar foi o líder de projetos do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito do Rio de Janeiro, Antonio Cabral, que falou sobre Autor Coletivo e Direitos Autorais.
Segundo Cabral “não adianta fazer uma lei rigorosa se a realidade é diferente”, afirmou.
O último palestrante da noite foi Marcos Palácios, doutor em sociologia pela University of Liverpoll e professor da UFBA, que fez uma apresentação sobre multivocalidade, participação e jornalismo na web: o lugar dos profissionais.
Palácios deu uma explicação sobre os pólos de emissão, de comunicação, e fez um levantamento sobre as mudanças que estão ocorrendo no jornalismo com essas novas tecnologias. Segundo o professor da UFBA, essas tecnologias estão contribuindo para o “alargamento do campo do jornalismo”, disse.
De acordo com Marcos Palácios essas novas tecnologias “tornaram mais acessível a produção e veiculação do conteúdo”, afirmou.
Palácios afirmou ainda que “a mídia deixou de ser uma mídia de oferta para ser uma mídia de demanda”.
O seminário terminou com um debate entre os palestrantes e espectadores, que fizeram questionamentos acerca do que foi exposto pelos especialistas.

Confusão na travessia Terminal da França - Mar Grande

Foto: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=9071760906038780375

Não é de hoje que se fala das condições absurdas das lanchas que fazem a travessia de pedestres de Salvador a Mar Grande, e a situação fica ainda pior em época de festas e em feriados.
No feriado de finados, 2 de novembro, não foi diferente: A fila desde cedo já estava ocupando grande parte da Avenida da França, no bairro do Comércio, e quando as pessoas conseguiam chegar à bilheteria tinha que aturar deserespeito por parte dos funcionários, que davam prioridade a conhecidos, formavam várias filas onde ninguém sabia para onde ia.
As pessoas começaram a ficar impacientes, homens e mulheres gritavam, xingavam, a confusão foi tanta que até emissoras de televisão, como a TV Aratu, estavam filmando a grande quantidade de pessoas e a confusão que estava na terminal marítimo. As lanchas saiam cheias, e a fila continuava crescendo.
Não é a toa que quem é de fora considera os baianos preguiçosos, nada funciona aqui! Não concordo com essa idéia preconceituosa sobre baiano, mas 'temos' culpa por disseminar essa imagem. Quando digo nóxs temos culpa, estou me referindo ao prefeito de Salvador e ao governador da Bahia, que até agora nada fizeram para melhorar a travessia de Salvador para as ilhas de Itaparica e Vera Cruz.
Até quando a população baiana vai precisar ser maltratada, desrespeitada assim?
Chega!!!Estamos cansados!!!!!

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Tropa de Elite: A referência

http://www.adorocinemabrasileiro.com.br/filmes/tropa-de-elite/tropa-de-elite02.jpg


Nos últimos dois meses uma mania nacional tomou conta do Brasil. Assistir Tropa de Elite era/é a sensação do momento.
Relato da história de dois policiais “honestos’ (Caio Junqueira e André Ramiro) que disputam pacificamente a vaga de capitão do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) que será aberta devido a saída do Capitão nascimento (Wagner Moura).
No filme, o autor José Padilha, mesmo de Ônibus 174, reproduz o discurso de que para ser integrante do BOPE é obrigatório der honesto, e que os métodos considerados abusivos e absurdos por muitos, são, na verdade, uma forma de combater o tráfico de armas etc. Ou seja, é como se os fins justificassem os meios como já defendia Nicolau Maquiavel.
Mas um fator específico me chamou a atenção: boa parte da população brasileira, principalmente os militares, a classe média-alta concordam com essa justificativa, ou seja, para essas pessoas não importa se o policial entra na favela batendo nas pessoas, quebrando tudo, acreditando eles, serem imponentes, mas que consegue banir (matar, ferir/torturar, ou prender) os moradores da favela, como marginais mais do que já são, e fizesse a grande mídia divulgar que o papel do BOPE foi realizado com sucesso realmente faria valer a pena essa violência.
Quando me refiro a marginais não quero dizer bandidos ou qualquer denominação conotativa que se venha a ter, mas me refiro aos moradores das favelas de todo o Brasil que nada mais são do que pessoas à margem da sociedade, e, portanto, marginalizados.
De fato Tropa de Elite conseguiu seduzir a massa mesmo antes de ser lançado no cinema, com as cópias ‘piratas’ reproduzidas e distribuídas pelo Brasil a fora.
Precisamos refletir mais diante de obras cinematográficas como essas que têm o objetivo de nos dizer algo e nós sem nenhuma reflexão tomamos essa obra como referência.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Psicopedagoga fala sobre os jovens e a religião

http://www.agencia.ecclesia.pt/ecclesiaout/combonianas/images/jovens.gif


Nem todo jovem gosta de bebida, de festas. Alguns jovens buscam na religião apoio, um complemento para a sua vida. Católica, Evangélica e até mesmo no Candomblé o número de jovens é bastante significativo.


Em entrevista a Carolina Soledade, a psicopedagoga Isa Carvalho
falou sobre a relação dos jovens com a religião


Carolina Soledade: Quais são os fatores que influenciam o jovem na escolha da religião?

Isa Carvalho: Hoje em dia toda escolha do jovem está muito vinculada a mídia, ao que a mídia e a sociedade expõe para ele. Toda mídia e toda sociedade permeada pela superficialidade e pelas aparências influencia muito nas escolhas dos jovens. A mídia e a sua forma manipuladora têm grande influência no comportamento dos jovens.

Carolina Soledade: A religião é um fator que equilibra o comportamento exagerado dos jovens?

Isa Carvalho: Muitas vezes a religião funciona como freio, alguns jovens que procuram a religião como fator primordial na sua formação de alguma forma dar um freio, uma vez que há regras e toda aquela questão do que pode e o que não se pode fazer.

Carolina Soledade: Você acredita que a religião pode levar à idolatria?

Isa Carvalho: Acredito sim. Porque depende do objeto que você procura religião. Qualquer situação que você procure o exagero com o objetivo de se livrar de algo para ser salvo, digamos assim, você fica tão preso há uma única situação que você termina não tendo nem articulação nem reflexão acerca do que voc está fazendo. Na medida em que você está na religião e acredita no que ela prega, em sua filosofia tem que haver uma reflexão para que isso seja disseminado de uma forma fértil para a população.
Quando você fica depende, você fica preso como se você precisasse daquilo para se reafirmar o tempo todo. Não é saudável, mas acontece. Isso faz com que você veja esses valores de formas equivocada.
O ideal é que você vá para igreja porque se identifica, faça disso algo para tornar o mundo melhor, seja qual for a religião.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

INSS: Trabalho de paciência na população



Quem tem necessidade de ser atendido em qualquer agência da Previdência Social em todo Brasil tem que estar preparado para esperar e trabalhar a paciência. Normalmente o tempo mínimo de espera numa agência é de duas horas, e isso falo por experiência própria.
Há 5 meses precisei fazer uma cirurgia na mão esquerda pois tive um problema ocasionado pela função que eu exercia em uma determinada empresa de telemarketing e fiquei afastada pelo INSS nesses 5 meses. O perito considerou meu problema como acidente de trabalho, então fiquei recebendo uma mesadinha pelo INSS.
Nunca imaginei que teria que perder tanto tempo com coisas simples. A minha agência fica localozada no bairro do Comércio, em Salvador Ba, e não sabia o que a população sofre dentro de uma agencia da previdência. Um balcão de atendimento específico para dar informações nos tira nos mínimo uma hora na fila, e não somente os jovens, digamos assim, a preferência depende não da idade mas da boa vontade ou do estado de espírito de quem te atenda.
É um absurdo a humilhação que passamos para sermos atendidos, para resolvermos nossos problemas.
Tenho percebido que essa falta de respeito com o ser humano não ocorre somente nas agências da Bahia, mas sim de todo o Brasil.
Depois assistimos nos telejornais notícias de que peritos, funcionários e etc do INSS sofreram atentados violentos ou foram assassinados.
Não estou aqui fazendo apologia a violência mas como diz a 3a lei de Newton toda ação pede uma reação. As pessoas vão para resolver um problema e não para passear e quando chegam na agência ainda são maltratados e humilhados?! Sem contar no informativo que diz que não pode desacatar funcionário público no exercício da profissão, e isso já causa medo na população que na sua maioria é leiga, mas os funcionários, com as suas costas quentes, não penam duas vezes em desrespeitar as pessoas.
Estamos vivendo um caos social terrível!!!!!
Chega!!!O que precisa ser feito para mudar esse quadro no Brasil???
Quem souber morre!!!!!!!!!